Eram cinco potes de barro, cheios de moedas de prata e barras de ouro.
O tesouro estava enterrado sob o assoalho da casa sede da fazenda.
À época, os proprietários da fazenda eram os filhos de Cândido da Silva Prado.
Eram cinco potes de barro, cheios de moedas de prata e barras de ouro.
O tesouro estava enterrado sob o assoalho da casa sede da fazenda.
À época, os proprietários da fazenda eram os filhos de Cândido da Silva Prado.
Em sua edição de 27 de abril de 1949, o jornal O Estado de S. Paulo tecia crítica aos serviços da Viação Cometa, cujos ônibus ligavam nossa cidade a São Paulo.
O texto, assinado por Emílio Galafassi, falava dos esforços dos militares que levaram à resolução de um sério problema de saúde que acometera o soldado Guido Galafassi, da 2ª Bateria da unidade - talvez Emílio fosse pai de Guido.
Naquela época, havia sorteio para que definir os que prestariam o serviço militar, e Emílio disse que se Guido não tivesse sido sorteado, provavelmente teria sido vítima da "insidiosa moléstia que o acometeu".
Também é mencionado no agradecimento o anspeçada Manuel Moreira Lima, enfermeiro - anspeçada era uma antiga graduação, entre cabo e soldado.
Desde aquela época a presença do Exército tem sido importante para nossa cidade.
Esse fato aconteceu na rua General Silva Telles, que não mais existe em nossa cidade - qual seria seu nome atual?
O jornal "O Estado de S. Paulo" noticiava que a partir de 12 de abril de 1947 seria inaugurada uma linha de ônibus ligando São Paulo a Campinas, com parada em Jundiaí.
Como o escritório da empresa em nossa cidade ficava na Rua do Rosário, é bastante provável que fosse esse o ponto de parada dos ônibus em Jundiaí.A linha seria operada por pela empresa Expresso Bandeirantes Viação, e inicialmente seriam dois horários diários.
Como a Via Anhanguera teve a pavimentação inaugurada em 1948, deve-se supor que fosse uma viagem bastante demorada e desconfortável.
A notícia dizia ser provável que o casal tenha ido para a localidade de Campo Largo, Jarinu, onde o "raptor" teria parentes.
Curioso é que ao descrever a menina raptada, a nota dizia que ela estava descalça...
Chamamos tifo a um conjunto de infecções bacterianas transmitidas por parasitas como piolhos, ácaros e pulgas.
Atualmente o tifo não é muito comum e normalmente aparece em contextos de más condições de salubridade e grandes aglomerados de população.
Não existem vacinas que possam prevenir a doença, que é tratada com antibióticos e exige melhoria das condições de higiene para que não prolifere.Segundo a edição de 24 de dezembro de 1929
do jornal O Estado de S. Paulo, o tifo grassava em nossa cidade, inclusive tendo feito uma vítima fatal, um jovem que residia à rua Siqueira de Moraes.
O jornal alertava a população acerca da necessidade de combater as moscas,
Mas dizia que não adiantava usar o flit em uma casa isoladamente, pois as moscas iriam se retirar e voltar em seguida; a proposta era que todos os dias, às 10 e às 20 horas, toda a cidade aplicasse o inseticida.
O jornal dizia que "quem for pobre deveria mandar encher seu pulverizador na Câmara, gratuitamente"...
As doenças infecciosas fazem vítimas há muito tempo...
O
A Columbia Records lançou nos anos 1960 seu “Highway Hi-Fi”, uma vitrola para ser instalada em automóveis.
A foto abaixo mostra o aparelho instalado no Volvo P1800 1967 do jogador do Manchester City Mike Summerbee.
Note-se que, pelo seu tamanho, o Highway Hi-Fi não podia tocar os LPs de 12 polegadas, os discos mais comuns da época.
Em sua edição de 18 janeiro 1870, o Correio Paulistano trazia o anúncio de uma loja de calçados de nossa cidade.
O anúncio ressaltava os preços e qualidades dos produtos vendidos e dizia também que o negócio precisava de dois aprendizes de sapateiro.
A loja ficava na rua Direita, hoje Barão de Jundiaí.
O anúncio dizia que o estabelecimento trabalhava com gêneros de muito boa qualidade, e que era "muito afreguezada e em lugar muito excellente" - ficava no "canto da rua do Rosário".
O negócio provavelmente ficava em uma esquina da Rua do Rosário - seria muito interessante saber exatamente onde, se o negócio aconteceu e por que seus sócios, Nóbrega & Vieira queriam passar o estabelecimento à frente.
Em sua edição de 8 de novembro de 1936, o jornal O Estado de S. Paulo publicou matéria especial sobre nossa cidade, da qual constaram anúncios de diversas empresas da cidade.
Dentre essas, estava a fábrica de cadeiras de Guido Pellicciari, uma grande empresa para os padrões da época.
A fábrica situava-se no bairro de Vila Arens, onde hoje existem dois grandes edifícios residenciais, um tem seu nome e outro o de sua esposa.
A empresa ganhou notoriedade pela quantidade e qualidade de seus produtos, atingindo em pouco tempo o título de maior empresa do ramo no Brasil.
Guido Pellicciari também foi vereador em Jundiaí; nasceu em 1897 e faleceu em 1972.
Em artigo publicado na Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, edição de agosto de 2021, Guilherme Grandi e Marcelo Roubicek contam que a primeira tentativa de criação de um time de futebol ligado aos ferroviários da Companhia Paulista alocados no município de Jundiaí, fundamentalmente nas oficinas de construção, reparos e manutenção do material ferroviário, se deu em 1903 por meio do Jundiahy Foot Ball Club.
Segundo os autores, a fundação do clube aconteceu durante "reunião reunião realizada em frente à locomotiva nº 34, estacionada no pátio de manobras, perto da fundição".
Sua primeira partida foi disputada em 24 de
O jogo foi realizado em um campo no bairro da Barreira, próximo à sede da Companhia Paulista em Jundiaí; os atletas usaram como vestiário um vagão de trem estacionado nas proximidades do campo onde se realizou a partida. A equipe da Lapa venceu por um a zero.
A escalação do Jundiahy para esse jogo foi a seguinte: John Normanton; A. Henworthy e T. Scott; G. Hanikel, Curadi e Pacheco; Ribeiro, Rogek, J. Henworthy, Frederico Fuller e Leite; na reserva, J. Simões e A. Simões.
A foto acima lado mostra uma das formações da equipe, não se conhecendo a data em que foi feita.
O Jundiahy Football Club foi extinto em 1908, segundo diz a historiadora Ana Lucia Duarte Lanna em trabalho que apareceu na publicação Varia Historia, de 2016.
Na edição de 4 de fevereiro de 1900, um domingo, o jornal O Estado de S. Paulo publicava um anúncio da Arens Irmãos, uma das maiores empresas de nossa cidade, à época.
Os salários não eram pagos há quatro meses e as dívidas cresciam, tendo o telefone e a luz do estádio sido cortados - é mais ou menos o que acontece hoje - e não há perspectivas de melhora.