terça-feira, 21 de fevereiro de 2023
Em 1868, já tínhamos regras de trânsito
domingo, 19 de fevereiro de 2023
Área do velho quartel seria transformada em praça
Em sua edição de 24 de agosto de 1972, o jornal O Estado de S. Paulo falava da possibilidade de transformação da área ocupada pelo quartel da 2ª Cia Com, bem no centro da cidade, em uma "moderna praça".
O quartel estava sendo deixado pelo Exército e discutia-se o destino da área, que seria desapropriada pela Prefeitura.
Seria interessante saber porque a ideia não foi à frente e a área passou a pertencer a particulares...
domingo, 5 de fevereiro de 2023
1972: INDÚSTRIA É ASSALTADA
Em sua edição de 6 de maio de 1972, o jornal "O Estado de S. Paulo" noticiava um assalto acontecido em nossa cidade.
Segundo a notícia, quatro homens armados com metralhadora invadiram a indústria AEG - Telefunken, situada na estrada hoje denominada D. Gabriel Paulino Bueno Couto, a estrada de Itu, como ainda é conhecida.
Os bandidos levaram o dinheiro que era destinado ao pagamento dos funcionários da empresa, que naquela época ainda era feito em dinheiro vivo.
sábado, 4 de fevereiro de 2023
ALÉM DO SOLAR DO BARÃO, PREFEITURA PRETENDIA DEMOLIR TAMBÉM O SIQUEIRA DE MORAES
Durante algum tempo, a Prefeitura de Jundiaí, que tinha à frente Walmor Barbosa Martins, brigou pela demolição do Solar do Barão, pretendendo ali construir uma ligação entre as ruas Barão e Rangel Pestana.
Felizmente, perdeu a briga e temos hoje o Solar como um ponto de referência de nossa cidade.
Mas os partidários do "bota abaixo" também tinham outro alvo, o prédio do então grupo escolar Siqueira de Moraes, hoje a Pinacoteca Diógenes Duarte Paes.
O prédio, que foi a primeira escola pública de nossa cidade, construído em 1896, felizmente resistiu e segue importante para a cultura da cidade.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2023
TIÃO GENEROSO: UM PERSONAGEM DO SAMBA JUNDIAIENSE
Segundo Jorge, todos conheciam Sebastião
Generoso em Jundiaí: nas rodas de samba era o Tião Generoso, um negro magro, alto, fala doce e envolvente e riso cativante, que aprendeu tocar todos os instrumentos de percussão e acabou se tornando Apitador de Escola de Samba, como eram chamados os atuais Mestres de Bateria. Jogava bola também, nunca foi craque, mas jogava.
Nos anos 1960, a tradicional escola de samba Além Viaduto, do bairro Ponte São João, convidou Tião para comandar sua bateria nos desfiles de Carnaval. Naquele ano o Jorge também tocava na bateria da Além Viaduto, tendo ao seu lado Nego Veio, outra lenda do samba jundiaiense, mais tarde também Mestre de Bateria.
Convite aceito, meses de ensaio e o Apitador firme, sempre presente. No dia do desfile, a Escola se concentrou em frente ao clube São João, aguardando os ônibus que a levariam ao centro da cidade, onde aconteceria o desfile.
A saída dos ônibus estava marcada para as 17 horas. Já eram 16h30 horas e cadê o Tião Generoso? Começou bater um desespero nos diretores e nos batuqueiros. O relógio chegou às 17 horas e nada de Tião, até que apareceu alguém e disse que havia visto o negão embaixo do viaduto da Ponte São João, finamente trajado, todo de branco: calça, camisa, paletó e sapatos.
Os diretores rumaram para o local imediatamente - o viaduto fica perto do Clube. A espera foi longa, mas de repente surge Tião Generoso ao lado dos diretores, todo sorridente, e dirigindo-se aos batuqueiros foi longo disparando: “vamos embora gente, temos um carnaval pra ganhar, vocês estão esperando o que?”
Esse era o Tião Generoso, que naquele ano levou a Além Viaduto a vencer o carnaval, desbancando a famosa escola de samba Caio, uma das pioneiras de Jundiaí.
Anos mais tarde os amigos mais próximos ficaram sabendo o motivo do sumiço do Tião: haviam prometido a ele um dinheirinho para comandar a bateria, e até o dia do desfile a diretoria não havia cumprido o prometido. Espertamente, Tião postou-se embaixo do viaduto, esperando que alguém cumprisse o trato - parece que cumpriram, e a escola ficou campeã.
Tião já nos deixou há alguns anos. A foto que ilustra este texto é do acervo do Prof. Maurício Ferreira.
domingo, 11 de dezembro de 2022
SÉCULO XVII: VEREADORES QUE FALTAVAM ÀS SESSÕES ERAM MULTADOS
No século XVII, a administração de nossa cidade era conduzida pela Câmara de Vereadores e mais dois juízes.
Houve uma reunião no dia 24.12.1666; antes de seu início, foi constatada a ausência do vereador Antonio Coresma de Almeida.
Procurado em sua residência não foi encontrado, tendo o vereador mais velho, Manoel Antunes Preto proposto que o ausente fosse multado em seis mil réis, proposta que foi aceita pelos demais.
Bem diferente do que acontece hoje, quando nossos vereadores tem belos salários, a possibilidade de nomear assessores (sem concurso), gabinetes e outras mordomias, para...
terça-feira, 6 de dezembro de 2022
Um educador: o Professor Albino Melo de Oliveira
quinta-feira, 27 de outubro de 2022
SECUNDINO VEIGA, UMA GRANDE FIGURA DE NOSSA IMPRENSA
Por motivos de saúde, aos 18 anos voltou na Portugal, indo estudar na Universidade de Coimbra.
quarta-feira, 21 de setembro de 2022
ZACARIAS DE GOES - O PRIMEIRO FARMACÊUTICO DE JUNDIAÌ
Gozou de grande prestígio na comunidade, pois inexistindo médicos na cidade, fazia as vezes destes, atendendo e medicando os doentes em suas próprias casas.
Foi também um dos fundadores do Clube Dois de Abril (atual Clube Beneficente e Recreativo 28 de Setembro) e o primeiro presidente do Hospital São Vicente de Paulo, cuja foto, dos anos 1910, ilustra este post - o hospital entrou em funcionamento em 1902.
Durante a sua gestão à frente do Hospital, jamais deixou faltar remédios ou mantimentos aos pacientes, garantindo-os até com a utilização de seus parcos recursos.
Zacarias de Góes manteve sua farmácia na Rua Dr. Torres Neves até falecer em 22/9/1935.
Homenageando-o, Jundiaí deu seu nome a uma rua do centro da cidade, a antiga rua Adolpho Gordo.
quarta-feira, 14 de setembro de 2022
DOM AMARO, UMA VIDA DEDICADA A DEUS
terça-feira, 6 de setembro de 2022
EDUARDO TOMANIK
Eduardo Tomanik nasceu em Petrópolis em 24/4/1875 e faleceu em nossa cidade em 30/8/1936.
Fez seus estudos no Colégio D. Pedro II, no Rio de Janeiro, destacando-se desde o curso primário, em cuja conclusão recebeu uma condecoração entregue pelo Imperador Pedro II, como o melhor aluno de sua turma.
Ainda jovem, mudou-se para Jundiaí, como funcionário da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, passando a viver intensamente nossa cidade, tendo sido em 1900, um dos fundadores do Grêmio CP; posteriormente, também ajudou a fundar a Cooperativa dos Empregados da Cia. Paulista.
Amante das artes em geral e, particularmente,
da música, dedicou-se ao violino e ao bandolim e fez parte orquestra que animava as sessões do antigo Cine Ideal, na época do cinema mudo - o Ideal e a Cooperativa ficavam na Rua Marechal Deodoro, ao lado do Grêmio - a foto abaixo mostra o cinema e o clube.
Em 1932 esteve à frente do grupo fundador da Sociedade Jundiaiense de Cultura Artística, da qual veio a ser o primeiro presidente.
Eduardo Tomanik dá seu nome a uma importante rua de nossa cidade.
quarta-feira, 31 de agosto de 2022
O CONJUNTO GUARACEMA
segunda-feira, 29 de agosto de 2022
SE A MARCA É CICA, BONS PRODUTOS INDICA
produtos indica” foi lançado em janeiro de 1944, quando a CICA já tinha uma linha diversificada de produtos.
domingo, 28 de agosto de 2022
MAESTRO JOÃO VARANDA: UM ILUSTRE MÚSICO JUNDIAIENSE
20.1.1893. Dedicando-se à música desde a infância, João Varanda aprendeu violino e em 1915 ingressou na banda da Força Pública de São Paulo.
Em 1917, retornando a Jundiaí, incorporou-se à Banda Paulista, onde prosseguiu seus estudos de harmonia sob orientação do maestro Francisco Farina, concluindo-os, depois, com o professor João da Silva Oliveira.
Com a morte de Farina, em 1933, assumiu a regência da Banda Paulista, a qual manteve durante 15 anos, além de também reger, por três anos (1934 a 1936), a Banda da Cruzada da Mocidade Católica.
João Varanda faleceu em 4.3.1948 no Sanatório Esperança (atual Hospital Menino Jesus), que fica na Rua dos Ingleses, em São Paulo.
Foi sepultado em Jundiaí, tendo seu féretro sido acompanhado pelas bandas Paulista, União Brasileira e Argos, além de muita gente ligada à música.
Além de regente, Varanda também foi compositor deixando inúmeras peças.
segunda-feira, 22 de agosto de 2022
PARTEIRAS...
A Folha, 14.01.1926 publicava um anúncio em que a parteira Olga Daumichen oferecia seus serviços.
Era uma parteira diplomada, ao contrário de outras que eram chamadas "curiosas". Anteriormente atuara em nossa cidade outra parteira diplomada, Carolina Belotti Tarteica, de quem já falamos neste post.
A referida senhora dizia atender chamados a qualquer hora, para partos, exames, consultas, injeções e tratamentos e dava como endereço a Rua Prudente de Moraes 156, com o telefone 51.
Segundo o Almanak Leammert, em 1935 atuavam em nossa cidade mais duas parteiras, Carolina Donatti e Edeltrudes Fragoso.
UMA LOJA DE 131 ANOS ATRÁS
O jornal Cidade de Jundiahy, em sua edição de 18 de janeiro de 1891 trazia um anúncio da loja "A Pendula Européa".
Tratava-se de uma relojoaria e joalheria, que além desse tipo de produto vendia "sanphonas" e prestava serviços de manutenção de relógios, joias, caixas de música e outros instrumentos.
Muito interessante também a forma pela qual era dado o endereço da loja: "Rua Barão de Jundiahy - em frente ao jardim".
O proprietário da loja chamava-se Miguel Franco, e os preços eram "verdadeiramente baratíssimos".
Bons tempos, aqueles de 131 anos atrás!
segunda-feira, 4 de julho de 2022
Santos a Jundiaí vendia passagens a preços promocionais
Em setembro de 1868 o jornal Correio Paulistano publicava um anúncio falando da oferta de passagens de trem a preço promocional entre Jundiahy, São Paulo e Santos, no período do feriado de 7 de setembro.
As passagens de ida e volta seriam vendidas ao mesmo preço cobrado por um único trecho. Mas havia uma restrição: não haveria despacho de bagagens - é interessante verificar que as companhias aéreas adotam, mais de 150 anos depois, políticas semelhantes.
terça-feira, 14 de junho de 2022
AS NOVAS INSTALAÇÕES DA DELEGACIA EM 1939 E UM DELEGADO DE PRIMEIRA LINHA
De fato, o policial parecia ser muito dinâmico, tendo procurado reprimir a vadiagem, a cobrança de alguns preços extorsivos (era função da Polícia na ditadura Vargas) e, no Carnaval de 1939 montado um esquema de policiamento perfeito, com a participação do sub-delegado Joaquim Cardoso, do escrivão Armando Dainese, guardas noturnos e soldados do Exército.
quarta-feira, 8 de junho de 2022
DR. RAPHAEL MAURO, UM ILUSTRE JUNDIAIENSE
segunda-feira, 25 de abril de 2022
A VIDA DE NOSSOS OPERÁRIOS ERA MUITO DURA
os demais mulheres e crianças, que trabalhavam das 6 da manhã às 8 e meia da noite, com intervalos de 45 minutos para o almoço e para o jantar.
quarta-feira, 23 de março de 2022
Tentando contratar alguém para ir à guerra
A Guarda Nacional, criada em 1832, pelo Padre Feijó, então Ministro da Justiça, tinha como missão, quando convocada, apoiar as Forças Armadas e os Corpos de Permanentes (a polícia de então) na manutenção da ordem – chegou a lutar na Guerra do Paraguai e em conflitos ocorridos em nosso pais.
Oficialmente, a Guarda Nacional era composta por todos os cidadãos, distribuídos por batalhões e companhias espalhados por todo o País, inclusive em nossa cidade.
Durante a Guerra do Paraguai, um membro da Guarda foi transferido para Mato Grosso, e, de acordo com as regras vigentes, passou a tentar controlar alguém que o substituísse, para isso publicando um anúncio no Diário de S. Paulo, do qual constavam dois contatos, um deles aqui em Jundiaí.
terça-feira, 22 de março de 2022
Professor Luiz Rosa: um pioneiro do ensino em Jundiai
Décadas mais tarde, trabalhando como professor em Campinas, mudou-se para Jundiaí por conta de uma grave epidemia de febre amarela que assolou aquela cidade no final do século XIX.
domingo, 6 de março de 2022
Tempos difíceis para os operários jundiaienses
Em maio de 1969 a imprensa noticiava as dificuldades dos operários da antiga Fábrica São Jorge, indústria têxtil que ficava praticamente no centro de nossa cidade - no prédio que ocupava, funciona hoje um loja da rede de hipermercados Extra.
A Polícia Militar Rodoviária formou 122 novos soldados em nossa cidade
É muito interessante observar os cursos que os novos guardas haviam feito anteriormente, havia desde técnicos de contabilidade até um professor de música.
Na atualidade, é bastante provável que muitos, se não a maioria dos que se encaminham para essa carreira já tenham curso superior.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022
6 de dezembro de 1968: Paulista FC, campeão, subia para a Divisão Especial
Foi uma grande festa em nossa cidade, mas nuvens negras estavam no horizonte: o presidente, Vanderley Pires e Roberto Picchi, que o sucederia, já trocavam acusações, permitindo antever que, no futuro, o time traria mais tristezas do que alegrias aos seus torcedores.
Ao final, em meio a uma crise financeira, assumiu a presidência do clube José Sales.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022
SPERANDIO PELLICCIARI, UM PIONEIRO DE NOSSA INDÚSTRIA
A Prefeitura deu esse nome à obra, inaugurada em 9 de novembro de 1968, como forma de homenagear um dos pioneiros da industrialização de nossa cidade.
A FESTA DO PÊSSEGO DE 1968 FOI UM GRANDE SUCESSO
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022
Em 1968, o Paulista FC, iniciava a venda de cadeiras cativas
O Jornal O Estado de S. Paulo, noticiava, em sua edição de 23 de outubro de 1968, que o Paulista FC iria vender 3 mil cadeiras cativas, como forma de financiar o aumento da capacidade de seu estádio de 20 para 50 mil pessoas. A Prefeitura também estava auxiliando o clube nesse processo.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022
Surto de varíola atingiu nossa cidade em 1968
Felizmente, o surto foi considerado benigno, tendo atingido até aquele momento 23 pessoas.
O jornal concluía dizendo que estava acontecendo a vacinação em massa da população, especialmente das crianças.
Fica uma dúvida: será que na época havia preocupação com relação ao fabricante da vacina, origem do surto e efeitos colaterais, tão frequentes entre os "especialistas" de hoje?
segunda-feira, 31 de janeiro de 2022
1968: Viação Cometa substituía a frota que ligava Jundiaí a São Paulo
Esses ônibus substituiriam totalmente a frota até então utilizada na ligação de nossa cidade com São Paulo.
terça-feira, 25 de janeiro de 2022
Ariosto Mila: um ilustre cidadão
Artista plástico, foi membro do Fundo para Construção da Cidade Universitária, presidente do CREA, presidente da Comissão Permanente do Plano Diretor de Jundiaí, onde conduziu os primeiros estudos para implantação do Paço Municipal.
Foi também presidente da Comissão de Estudos para restauração do Teatro Polytheama. Dá nome a um auditório da FAU.
Nasceu em 28/12/1912 e faleceu em 08/12/1987.
Um grande jundiaiense, de quem pouco se fala em nossa cidade.
terça-feira, 4 de janeiro de 2022
Agosto de 1933: era lançada a pedra fundamental da igreja de Corrupira
sábado, 1 de janeiro de 2022
A PAULICEA - HOJE, SÓ SAUDADE
1936: TORNEIO INICIO DE BASQUETE NO GREMIO
quinta-feira, 30 de dezembro de 2021
1912: maçons de Jundiaí homenageavam Quintino Bocaiuva
Em sua edição de 15 de julho de 1912, o jornal O Estado de S. Paulo noticiava homenagens prestadas pela Loja Maçônica Amor e Concórdia, de nossa cidade, à memória de Quintino Bocaiuva, um jornalista, militar e político, conhecido por sua atuação no processo da Proclamação da República, que falecera em 11 de junho daquele ano.
Como político, foi o primeiro ministro das relações exteriores da República, de 1889 a 1891, e presidente (governador)do estado do Rio de Janeiro, de 1900 a 1903.
Bocaiuva fora, durante muitos anos, Grão Mestre da Maçonaria Brasileira.
A Loja Amor e Concórdia, fundada em 1893, ocupa um prédio histórico situado no início da rua Barão de Jundiaí.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2021
1966: ESPORTIVA ERA CAMPEÃ DE HALTEROFILISMO
A querida Associação Esportiva Jundiaiense era tradicionalmente muito forte em halterofilismo.
Em 29 de novembro de 1966, o jornal O Estado de S. Paulo noticiava que a Esportiva ganhara o campeonato juvenil disputado em S. Paulo, no Palmeiras.
Dois atletas esportivanos foram os
primeiros colocados em suas modalidades: José Maria Batista (peso galo) e Paulo Batista de Sene (peso pena). Nessa competição, Sene quebrou recordes brasileiros.
Sene foi um dos mais destacados atletas jundiaienses, tendo competido nas Olimpíadas de Montreal (1976) e Moscou (1980)e em diversas outras competições no exterior.
1966: ERA CRIADA A DIOCESE DE JUNDIAÍ
Em sua edição de 27 de novembro de 1966, o jornal O Estado de S. Paulo noticiava a criação da Diocese de Jundiaí.
A Diocese foi produto do desmembramento da Arquidiocese de S. Paulo, tendo sido também adicionada a ela a então paróquia de Louveira, que pertencia à Arquidiocese de Campinas.
Como sabemos, nosso primeiro bispo foi D. Gabriel Paulino Bueno Couto, então bispo auxiliar da Arquidiocese de São Paulo, cujo titular era o Cardeal D. Agnelo Rossi, cuja família residia em nossa cidade.









